Por que visitar a Rue de la Huchette em Paris? Porque ela é cheia de charme, apesar de ter apenas 2 quarteirões, o que podemos encontrar nos dois lados pode surpreender.
Sair caminhando sem destino e sem pressa é um dos motivos porque voltamos à Paris de vez em quando, em nossas 3 viagens à cidade ainda não vimos todos os pontos turísticos, os mai badalados, preferimos mesclar um roteiro mais tradicional com dias sem destino, aquele que saímos do hotel e resolvemos no caminho do metrô onde vamos parar.
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E chegamos a Rue de la Huchette assim, fica no 5º arrondissiment, saímos da Notre Dame, atravessamos a ponte e vimos um movimento numa rua estreita com calçadão onde carro não entra. Resolvemos conferir e quando vimos a placa na fachada de um dos antigos prédios logo na esquina, lembrei que já tinha lido alguma coisa a respeito da rua.
Na Rue de la Huchette encontramos muitos bares, pubs, restaurantes, livrarias, sorveterias, lojas, brechós e até um teatro.


É turística? Sim, mas isso não quer dizer que não vemos muitos franceses tomando um café ou comendo um crepe num final de tarde, estudantes passando por lá com suas bolsas penduradas à tiracolo e claro que gente de toda parte do mundo que que conhecer mais um cantinho tipicamente parisiense.
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Quando fomos não estava um dia de sol, na verdade começou chovendo e no começo da tarde o céu passou a ficar um pouco menos cinzento, mas a temperatura estava bastante agradável para um mês de agosto.
Nosso dia começou com uma visita à Sacré Couer e Montmartre, fomos de metrô para Notre Dame depois e de lá não tínhamos mais destino certo, era dada a largada das descobertas inusitadas e quase sempre as que dão mais o que falar na volta quando sentamos para contar o que vimos.
Resolvemos estrar num piano bar, o Relais de la Huchette que tinha um cantor às 4h da tarde numa quinta-feira.

Sentamos numa mesa o mais próximo possível da grande porta que dava pra rua, queríamos ver o movimento. O ambiente tem uma decoração retrô com vendo vermelho, muita madeira e até uma pintura renascentista no teto.


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Não estávamos com fome, eu pedi um Aperol Spritz (10€) e Ricardo um chopp grande (16€). Ficamos uns 40 minutos no bar ouvindo música boa e vendo as pessoas passando na movimentada rua.

Saímos do bar e continuamos seguindo pela Rue de la Huchette e passamos pela frente do Théâtre de la Huchette quem foi inaugurado logo depois da segunda guerra e até hoje mantém a mesma programação que são 2 peças de Ionesco: La Cantarice Chauvre e La Leçon, são 2 espetáculos todas as noites.
Quem quiser saber mais a respeito, o site oficial é theatre.huchette.com.

Chegamos a outra esquina da rua e vimos que em outra viagem havíamos estado ali bem perto, reconhecemos a fonte Saint Michel. Atravessamos a rua e por instinto seguimos para uma rua do lado direito do monumento.

Chegamos à Rue Saint-Andrés-des-Arts. Outro charme, mas essa praticamente com restaurantes e bares para todos os gostos e bolsos. Não paramos, fomos apenas caminhando até o final. Estava bem cheia de gente no final da tarde, praticamente todos os restaurantes com mesas nas calçadas e alguns com toldos.
Aqui o mapa do percurso, e praticamente uma reta saindo da Notre Dame.
Estávamos tão livres que esquecemos de fotografar a rua, mas acredite, vale a pena dar uma esticada partindo da Rue de la Huchette até a Rue Saint-Andrés-des-Arts.
Paris é uma daquelas cidades que merece mais de um visita, porque é impossível conhecê-la em 4, 5 dias apenas. Somos do perfil de viajantes que preferem dividir a visita a certas cidades em diferentes viagens, porque em cada um temos uma impressão diferente e conseguimos assimilar coisas de maneira diferente.
Ir à Paris na primeira vez pede visita aos seu ícones turísticos, na segunda, voltamos a alguns deles e vamos conhecer outros e como já nos sentimos mais seguros de como nos locomover na cidade, arriscamos sair sem destino e a partir da terceira vez nosso olhar é outro.
Para quem curte caminhar pelas ruas e conhecer os hábitos e tradições de uma cidade, damos a dica de pelo menos atravessar a Rue de la Huchette, como também conhecer alguns mercados em Paris, não ficar apenas amarrado ao roteiro tradicionalmente turístico.
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⇒ No outro dia seguimos para o Mont Saint Michel na Normandia, um lugar que já conhecíamos e resolvemos voltar para pernoitar lá.





















Respostas de 3
Essa rua é puro charme! Amei conhecer a experiência que vocês tiveram ao passar por ela! Beijão!
Verdade, dá vontade de ficar indo e vindo rs. Bjs.
4.5